O que é a estratificação social:


Estratificação social é um conceito sociológico usado para analisar e interpretar a classificação dos indivíduos e grupos sociais, com base em dados e condições socioeconômicas comuns.

  • A estratificação social se baseia principalmente nas seguintes características:
  • É uma particularidade da sociedade, e não simplesmente um reflexo das diferenças individuais;
  • Recursos materiais e imateriais são distribuídos de modo desigual entre os membros de diferentes estratos (camadas);
  • Possui caráter “hereditário”, ou seja, é transmitida de geração para geração;
    É universal e variável;
  • Envolve desigualdades e crenças.

Na atualidade ocidental, a estratificação social é organizada em três principais camadas sociais: classe alta, classe média e classe baixa, e cada uma destas classes pode ainda ser subdividida em outras classes.

Impactos Antrópicos

O ministério aponta que a alta registrada na liberação dos agrotóxicos reflete os pedidos feitos e que essas demandas vêm das empresas. Atualmente, o Brasil é uma referência mundial na utilização de controle biológico no campo. Somente em 2019, foram mais de 23 milhões de hectares que utilizaram a tecnologia, segundo informações da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento).

1. Contaminação de águas – Pesticidas hidrossolúveis podem alcançar águas superficiais, como córregos, rios e lagos, por meio do escoamento dos produtos químicos a partir de plantas tratadas e do solo contaminado. Os agrotóxicos também penetram no solo atingindo aquíferos, e a contaminação subterrânea é um problema crônico, pois, uma vez que a água profunda está poluída, muitos anos são necessários para que as impurezas se dissipem.

2. Contaminação do solo – Os pesticidas mais presentes na terra são os herbicidas, que ficam retidos em diferentes graus, dependendo das interações entre as propriedades do solo e os agrotóxicos. A característica mais influente é o conteúdo orgânico, e quanto maior é o teor de matéria orgânica, maior é a absorção das substâncias.

3. Contaminação por volatilização – Os agrotóxicos em spray podem volatilizar e ser carregados para outras áreas, contaminado o ar, o solo e as plantas longe da área tratada. A perda por volatilização pode atingir até 25%, o que indica que uma elevada porcentagem de produto químico pode se espalhar de alguns metros a várias centenas de quilômetros.

4. Impactos em organismos não alvo – acúmulo de pesticidas nas cadeias alimentares é a maior preocupação, pois afeta diretamente os predadores de topo. Vários casos de envenenamento de golfinhos e outros mamíferos aquáticos por pesticidas têm sido relatados em todo o mundo devido ao seu alto nível trófico na cadeia alimentar e acúmulo de concentrações de poluentes orgânicos.

Além do linfoma de Hodgkin, os agrotóxicos também podem causar: problemas neurológicos, dificuldades respiratórias, irritações na pele, manifestações gastrointestinais, alterações no sistema reprodutor masculino e feminino, além de cânceres como no cérebro, mama, esôfago, de pele e sistemas digestivo e de reprodução. Em julho de 2018, foi aprovado por uma Comissão Especial o Projeto de Lei 6299/02, conhecido como PL do Veneno. O projeto pretende diminuir a burocracia, alterar a fiscalização e reduzir o tempo para registrar novos agrotóxicos. Dentre as medidas, está a de mudar o nome “agrotóxico” para “produtos fitossanitários”, já que entendem a primeira opção como pejorativa.

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