A estrutura da desigualdade no país pode ser ilustrada com os seguintes cálculos: com uma população de mais 200 milhões de pessoas, os 10% mais ricos estão entre aqueles que ganham mais de dez salários mínimos. Dentre estes, 75% ganham até 20 salários mínimos, sendo que 1%, ou seja, 1,2 milhão de pessoas, respondem por rendimento médio superior a R$ 55.000 por mês.

Na situação oposta, a população com menores rendimentos, se levarmos em conta o percentual de pessoas vivendo com até 1/2 salário mínimo, identifica-se esse rendimento presente na metade da população do Norte e do Nordeste, enquanto que nas demais regiões esse percentual varia entre 15,6% e 21,5%.

Se a referência for de um salário mínimo per capita, o Nordeste possui 77,3% de pessoas residentes em domicílios particulares nessa situação, e a região Norte possui 76%. A região Sudeste possui 50,2%; a região Centro-Oeste, 52%; e a região Sul, 42,3%.

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