4. A autoridade da razão

Aula 4 – A autoridade da razão Objetivos da aula – Explicar a contribuição das Ciências da Natureza para a compreensão e o tratamento de questões contemporâneas relacionadas a diferentes instâncias da vida humana, como profissional, social, econômica, cultural e ambiental. [Ciências da Natureza C1] – Reconhecer a importância de Galileu para o método científico moderno, destacando a observação, a experimentação e a identificação de regularidades matemáticas como seus fundamentos; – Analisar o objetivo central do projeto filosófico de René Descartes e a concepção do método matemático como modelo para a validação do conhecimento científico; – Explicar a contribuição das Ciências da Natureza para o enfrentamento de questões contemporâneas, considerando exemplos históricos dos impactos sociais das transformações no modo de buscar e validar o conhecimento na modernidade. Conteúdos – Galileu e o método científico; – Observação de fenômenos naturais, experimentação e identificação de regularidades matemáticas como fundamentos da ciência moderna; – O projeto filosófico de René Descartes; – O método matemático como modelo para o conhecimento científico.

3. Renascimento e humanismo

Aula 3 – Renascimento e humanismo Objetivos da aula – Explicar a contribuição das Ciências da Natureza para a compreensão e tratamento de questões contemporâneas relacionadas a diferentes instâncias da vida humana, como profissional, social, econômica, cultural e ambiental. – Explicar os principais questionamentos renascentistas à autoridade da Igreja e da escolástica, bem como a emergência do humanismo e do pensamento científico autônomo; – Analisar os conflitos entre a nova visão de mundo científica (proposta por Copérnico, Bruno e Galileu) e a autoridade religiosa, destacando seus impactos na época; – Explicar a contribuição das Ciências da Natureza para o enfrentamento de questões contemporâneas, considerando exemplos históricos dos impactos sociais das transformações no modo de buscar e validar o conhecimento na modernidade. Conteúdos – Os questionamentos renascentistas à autoridade da Igreja, da escolástica e dos textos sagrados; – O humanismo de Pico della Mirandola; – A autonomia do pensamento científico e os conflitos com a autoridade religiosa: a nova visão de mundo de Copérnico, Bruno e Galilei.

2. Fé e razão podem se apoiar mutuamente?

Aula 2 – Fé e razão podem se apoiar mutuamente? Objetivos da aula – Avaliar os impactos das decisões mediadas sobre diferentes grupos sociais, garantindo que os processos de resolução de conflitos sejam inclusivos, equitativos e coerentes com princípios éticos e democráticos. [Ciências Humanas C3] – Compreender as principais características da filosofia patrística e da filosofia escolástica, destacando a influência das obras filosóficas de Agostinho de Hipona e de Tomás de Aquino para essas escolas; – Comparar as abordagens filosóficas de Agostinho de Hipona e Tomás de Aquino quanto à relação entre fé e razão, identificando suas semelhanças e diferenças; – Avaliar criticamente os possíveis impactos de propostas de resolução de conflitos religiosos sobre diferentes grupos sociais, à luz de princípios éticos e democráticos, promovendo o respeito à diversidade de convicções. Conteúdos – A filosofia patrística e Agostinho de Hipona; – A filosofia escolástica e Tomás de Aquino.

1. Fé e razão

Aula 1 – Fé e Razão Objetivos da aula – Avaliar os impactos das decisões mediadas sobre diferentes grupos sociais, garantindo que os processos de resolução de conflitos sejam inclusivos, equitativos e coerentes com princípios éticos e democráticos. [Ciências Humanas C3] – Explicar os diferentes modos de fundamentação da fé e da razão e as características dos saberes na ciência, na religião e no senso comum; – Comparar as pretensões de universalidade e os modos de validação dos saberes científicos, religiosos e do senso comum; – Avaliar criticamente os possíveis impactos de propostas de resolução de conflitos religiosos sobre diferentes grupos sociais, à luz de princípios éticos e democráticos, promovendo o respeito à diversidade de convicções. Conteúdos – Fé e razão: diferentes modos de fundamentação e de validação; – A pretensão de universalidade; – Os saberes na ciência, na religião e no senso comum.

5. O mito da caverna e o mito de Er

Conteúdos: A alegoria da caverna e a teoria das ideias de Platão; Os modos de conhecimento do mundo sensível e do mundo inteligível; O mito de Er e a verdade como alethea; O conceito de Anamnese (reminiscência). Objetivos: Relacionar as teorias das ideias de Platão aos diferentes modos de conhecimento do mundo sensível e do mundo inteligível; Explicar a concepção platônica do conhecimento como Anamnese, mobilizando o mito de Er e a noção de verdade como alethea; Discutir o papel do jovem no compartilhamento responsável de conteúdos digitais, refletindo criticamente sobre as influências exercidas por produtores de conteúdo nas redes sociais.

14. Os desafios da busca pela verdade na era de desinformação

• Estabelecer comparações entre posições filosóficas, identificando semelhanças e diferenças entre autores, escolas no mesmo contexto histórico ou de contextos distintos. • Discutir concepções e posições filosóficas, considerando suas implicações e consequências diante de valores sociais, costumes, crenças religiosas, instituições políticas, saberes científicos, posições de poder e/ou interesses econômicos. • Produzir textos escritos, mobilizando posições filosóficas no campo da metafísica, articulando conceitos e autores em diálogo com diferentes visões de mundo, de modo a promover reflexão crítica. • Orientações para a produção de texto dissertativo.

13. O que buscavam os primeiros filósofos?

• Reconhecer as diferentes áreas de investigação da Filosofia, os filósofos, as escolas e períodos históricos abordados na unidade temática; • Relacionar a produção filosófica ao seu contexto de produção; • Produzir textos escritos mobilizando conhecimentos prévios, articulando conceitos e autores em diálogo com diferentes visões de mundo. • Exposição das áreas da Filosofia tratadas na unidade temática; • Identificação dos principais períodos da História da Filosofia discutidos; • Contextualização das escolas e filósofos em destaque.

12. Estruturas argumentativas indutivas e falácias informais

• Reconhecer elementos característicos de argumentos indutivos, identificando usos do discurso que mobilizam argumentos indutivos; • Analisar estruturas argumentativas indutivas identificando argumentos fortes, fracos e falácias informais; • Examinar criticamente conteúdos digitais e midiáticos, avaliando seus impactos na cons trução de relações interpessoais, bem como o seu papel no enfrentamento da desinformação • Características de estruturas argumentativas indutivas; • Exemplos de uso de argumentos indutivos; • Critérios de avaliação da força de argumentos indutivos; • Exemplos de falácias informais.

11. Estruturas argumentativas dedutivas e falácias formais

Compreender a noção de proposição, identificando premissas e conclusão como elementos constituintes de um argumento dedutivo; • Analisar estruturas argumentativas dedutivas, identificando argumentos válidos e falácias formais; • Examinar criticamente conteúdos digitais e midiáticos, avaliando seus impactos na construção de relações interpessoais, bem como o seu papel no enfrentamento da desinformação. • Aristóteles como fundador da lógica; • A noção de proposição; • O argumento dedutivo como estrutura lógica formada por premissas e conclusão; • Tipos de argumentos dedutivos; • Exemplos de falácias formais.

10. A Filosofia como terapia da alma

• Distinguir as concepções epicuristas e estoica da Filosofia com base na comparação de elementos conceituais; • Estabelecer comparações entre os modelos epicuristas e estoicos de sabedoria; • Desenvolver produção cultural que reflita a identidade dos estudantes da escola e incentive os ingressantes do Ensino Médio a se entusiasmarem pelos estudos. • A concepção epicurista da Filosofia; • A concepção estoica da Filosofia; • Os modelos epicurista e estoico de sabedoria.