2. Subjetivação e relações de poder

AULA 2 – Subjetivação e relações de poder Objetivos: • Explicar a perspectiva de Michel Foucault sobre a produção histórica da subjetividade, considerando a ligação entre as práticas de saber e as relações de poder. • Aplicar os conceitos da ética do cuidado de si e da estética da existência de Foucault na reflexão sobre a constituição da identidade pessoal. • Relacionar discursos à constituição histórica de identidades subjetivas, promovendo o respeito às diferenças. Conteúdos: • A produção histórica da subjetividade por práticas de saber e relações de poder segundo Foucault. • A ética do cuidado de si e a criação de uma estética da existência.

1. A construção do sujeito moral

AULA 1 – A construção do sujeito moral Objetivos: • Analisar a genealogia da moral em Nietzsche, identificando a constituição histórica e a origem dos valores morais segundo o filósofo; • Relacionar a crítica nietzscheana à ideia de uma essência fixa do sujeito com sua concepção da subjetividade como resultado de processos históricos; • Relacionar discursos à constituição histórica de identidades subjetivas, promovendo o respeito às diferenças. Conteúdos: • A genealogia da moral em Nietzsche; • O caráter histórico dos valores morais segundo Nietzsche; • A crítica nietzscheana à ideia metafísica de uma essência fixa e imutável do sujeito; • A subjetividade como resultado de eventos históricos.

12. Os desafios da promoção da justiça social no Brasil

Aula 12 – Os desafios da promoção da justiça social no Brasil Conteúdo: Orientação para a produção de texto dissertativo. Objetivo: Estabelecer comparações entre posições filosóficas, identificando semelhanças e diferenças entre autores e escolas do mesmo contexto histórico ou de contextos distintos; Discutir concepções e posições filosóficas, considerando suas implicações e consequências diante de valores sociais, costumes, crenças religiosas, instituições políticas, saberes científicos, posições de poder e/ou interesses econômicos; Produzir textos escritos mobilizando posições filosóficas no campo da metafísica, articulando conceitos e autores em diálogo com diferentes visões de mundo, de modo a promover a reflexão crítica.

11. Como devemos viver?

Aula 11 – Como devemos viver? Conteúdo: Exposição das áreas da filosofia tratadas na unidade temática; Identificação dos principais períodos da história da filosofia discutidos; Contextualização das escolas e dos filósofos em destaque. Objetivo: Reconhecer as diferentes áreas de investigação da filosofia, bem como os filósofos, as escolas e os períodos históricos abordados na unidade temática; Relacionar a produção filosófica ao seu contexto de produção; Produzir textos escritos, mobilizando conhecimentos prévios e articulando conceitos e autores em diálogo com diferentes visões de mundo.

10. Justiça e esfera pública

Aula 10 – Justiça e esfera pública Conteúdo: O papel da esfera pública na promoção da justiça; A esfera pública como local de formação da opinião política, do debate e da deliberação segundo Jürgen Habermas. Objetivo: Explicar o conceito de esfera pública de Jürgen Habermas e seu papel na formação da opinião política e do debate deliberativo; Estabelecer comparações entre o ideal da esfera pública e seus desafios na promoção efetiva da justiça social; Desenvolver estratégias de diálogo e argumentação para a mediação de conflitos, fundamentadas em concepções filosóficas de justiça, visando à construção de consensos sobre desafios da atualidade.

9. A justiça como equidade

Aula 9 – A justiça como equidade Conteúdo: O conceito de justiça como equidade em Rawls; A noção de posição original e o experimento do véu da ignorância; O desenho de instituições justas; Críticas ao neocontratualismo de Rawls. Objetivo: Analisar os fundamentos da teoria da justiça como equidade de John Rawls, incluindo a posição original, o véu da ignorância e a concepção de instituições justas; Discutir as principais críticas e objeções levantadas contra o neocontratualismo de Rawls; Desenvolver estratégias de diálogo e argumentação para a mediação de conflitos fundamentadas em concepções filosóficas de justiça, visando à construção de consensos sobre desafios da atualidade.

8. Liberalismo e republicanismo

Aula 8 – Liberalismo e republicanismo Conteúdo: A concepção de estado de natureza em Locke e em Rousseau; A ampliação dos direitos naturais em Locke e Rousseau; Liberalismo e proteção aos direitos individuais em Locke; Republicanismo e soberania popular em Rousseau. Objetivo: Distinguir as concepções de estado de natureza e de direitos naturais na filosofia de John Locke e Jean-Jacques Rousseau; Comparar os modelos políticos de Locke (liberalismo e proteção aos direitos individuais) e Rousseau (republicanismo e soberania popular); Debater estratégias de solução de problemas coletivos de ordem política, articulando elementos de teorias filosóficas com práticas políticas.

7. Absolutismo e contratualismo

Aula 7 – Absolutismo e contratualismo Conteúdo: O problema da legitimidade do poder soberano; A concepção do estado de natureza em Hobbes; O direito natural à vida e à segurança; O contrato social; O modelo de Estado hobbesiano. Objetivo: Relacionar os conceitos de estado de natureza, direito natural e contrato social à constituição do modelo de Estado hobbesiano; Analisar o problema da legitimidade do poder soberano, mobilizando a concepção hobbesiana do direito natural à vida e à segurança; Identificar problemas coletivos de ordem política, articulando elementos de teorias filosóficas com práticas políticas.

6. Um novo modo de pensar a política

Aula 6 – Um novo modo de pensar a política Conteúdo: A ruptura com o idealismo político-teológico; O realismo político; Os papéis da fortuna e da virtù na fundação e manutenção do Estado; A eficácia como critério de ação; O maquiavelismo. Objetivo: Explicar a ruptura de Maquiavel com o idealismo político-teológico, caracterizando a perspectiva realista que marca sua reflexão política; Problematizar os usos possíveis da eficácia como critério central para a ação política, considerando as noções de fortuna e virtù segundo Maquiavel; Debater estratégias de solução de problemas coletivos de ordem política, articulando elementos de teorias filosóficas com práticas políticas.

5. O que constitui um bom governo?

Aula 5 – O que constitui um bom governo? Conteúdo: A constituição do bom governo segundo autores clássicos da filosofia ocidental: Platão, Aristóteles, Agostinho e Tomás de Aquino; Princípios éticos como critérios de avaliação da ação política. Objetivo: Comparar as concepções e critérios clássicos do que constitui um bom governo segundo Platão, Aristóteles, Agostinho e Tomás de Aquino; Discutir o papel dos princípios éticos como critérios para a avaliação das ações políticas; Identificar problemas coletivos de ordem política, articulando elementos de teorias filosóficas com práticas políticas.